O parque vai ter instaladas sete unidades fabris voltadas para a produção de fuba de bombó, ração animal e sumos, devido aos altos índices do cultivo de mandioca e citrinos em Quibaxe, com o projecto a gerar cerca de 100 postos de trabalho directos e quase mil indirectos, de acordo com informações de Bernarda Martins. 

O parque ocupa uma área entre três e dez hectares e é implantado numa perspectiva de crescimento faseado, onde além de sete plataformas com quatro unidades industriais, comporta um edifício administrativo, arruamentos, bem como centrais de geração de energia e de abastecimento de água.

“Tendo consciência de que Quibaxe tem elevado potencial na produção agrícola, o Executivo decidiu construir um pequeno parque industrial”, afirmou a ministra, acrescentando que a edificação enquadra-se na ideia mais geral de enfrentar as dificuldades de escoamento de produtos do campo para os grandes centros de consumo, ajudando os camponeses a comercializar as suas abundantes colheitas.

“Este projecto vai impulsionar os camponeses a produzirem ainda mais, pois têm garantias de que podem vender os seus produtos no mercado local”, considerou o coordenador do parque, Adérito Van-Dúnem, durante a permanência da ministra em Quibaxe, na sexta-feira.

No período de expansão, o parque vai ter instaladas duas outras unidades para alargar os processos fabris à totalidade da produção agrícola da localidade e elevar os níveis de emprego, havendo um esforço para que os prazos definidos com o empreiteiro sejam cumpridos e a obra seja entregue em Dezembro.

O Parque Industrial Rural do Quibaxe é o quarto a ser edificado, depois dos que estão instalados nas províncias de Benguela, Zaire e Malanje, envolvendo um total de mil famílias e estando a ser edificado em paralelo com outro no Uíge.

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