Da quantidade produzida, 34.334 metros cúbicos foram exportados para Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, China e Índia e geraram receitas de 5.726.717 dólares (cerca de 1,2 mil milhões de kwanzas), contra os 7.922.443 dólares de 2016.

As empresas que mais contribuíram para produção de rochas foram a Angostone, com 8.512 metros cúbicos e uma facturação de 2.337.715 dólares (485,5 milhões de kwanzas), bem como a HM Granito Lda, com 7.888 metros cúbicos, comercializados a 1.249.780 dólares (258,5 milhões de kwanzas).

Paula Baptista anunciou que a Direcção Provincial da Huíla da Geologia e Minas tem inscritas 17 empresas de exploração mineira operacionais, 12 das quais são de rochas ornamentais, duas britadeiras, um areeiro, uma de material cerâmico e outra agro-mineral.

O sector da Indústria, Geologia e Minas da Huíla arrecadou para a Conta Única do Tesouro, durante o ano passado, 79.344.419 kwanzas, contra os 101.575.144 do ano de 2016, em emissões de guias de exportação, alvarás, “royalties” e credenciais para transporte de inertes.

As rochas ornamentais figuram entre os minerais escolhidos pelo Executivo para programas de aceleração da diversificação da economia angolana como o PRODESI, que, até amanhã, é alvo de uma ampla consulta pública.

Publicidade