Segundo o documento, a proposta será discutida e votada a 21 deste mês na Assembleia Nacional angolana.

Na explicação sobre a proposta, o secretário de Estado da Indústria angolano, Evandro do Prado, indica que a uniformização dos números é “importante e necessária”, uma vez que a diferença em termos de nomenclatura “leva a equívocos e a cometer grandes erros do ponto de vista contabilístico quando não existe uma norma”.

Com a aprovação da norma e nomenclatura dos grandes números, refere, a opção de leitura e escrita é a “escala longa” e os algarismos são lidos na ordem de grandeza de mil (1.000), milhão (1.000.000), mil milhões (1.000.000.000) e bilião (1.000.000.000.000), idêntica à portuguesa.

O secretário de Estado da Indústria esclarece que, para se eliminar em definitivo os equívocos no sistema de ensino, o Ministério da Educação tem os programas e manuais concebidos que registam a leitura dos grandes números pela escala longa.

Evandro Prado disse também que os sistemas informáticos das instituições financeiras, na sua comunicação e escrita sobre os grandes números, utilizam a linguagem de escala longa, incluindo ao nível dos correspondentes financeiros internacionais.

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