O responsável, que falava à imprensa no final de uma reunião de concertação com os membros da Comissão Multisectorial, adiantou que Angola tem um potencial cultural muito forte  e deve aproveitar esta capacidade para realizar com brio esta actividade que irá unir povos da África Central.

A experiência de superação de Angola, de acordo com o responsável, deve ser transmitida aos demais participantes, contribuindo desta forma para a efectivação da paz em outros países da região.

O evento servirá para a união entre os povos na região central do continente, daí a importância que a UNESCO atribuiu a Bienal.

O evento visa envolver os países africanos numa corrente destinada à promoção de uma cultura de paz, de harmonia e de irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, envolvendo as elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais, artistas e desportistas.

Pretende-se ainda a criação de um movimento africano que possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

A comissão organizadora da Bienal da Paz de Luanda é coordenada pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.

A comissão é integrada pelos ministros do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, pelo director do Gabinete de Quadros do Presidente da República e pelo secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas.

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