“O que põe em causa sempre os processos eleitorais no país são as falhas cometidas pelos membros das assembleias de voto e é isso que nós temos que tentar evitar ao máximo”, disse Alberto Pereira, sublinhando, por isso, haver “muito trabalho ainda a ser feito, sobretudo na constituição das mesas das assembleias de voto”.

O responsável falava em Bissau, aos jornalistas, durante o balanço do seminário de dois dias sobre as experiências do processo eleitoral em São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Portugal, tendo sublinhado que a correção desses erros “não depende da Comissão Eleitoral nacional”.

O presidente da comissão eleitoral nacional apelou aos partidos políticos para “selecionarem melhor” os seus representantes nas mesas de voto com vista a “conferir maior lisura e transparência” nas eleições legislativas, autárquicas e regional da ilha do Príncipe, de 07 de outubro.

“Já tivemos encontros com os partidos políticos para prestarem muita atenção na indigitação desses membros, porque são eles quem indigita seus representantes para as mesas de voto. Entendemos que devem ser pessoas munidas de algum conhecimento académico, com algum civismo e sobretudo equilíbrio”, disse Alberto Pereira.

O responsável insistiu na necessidade de evitar que no escrutínio de 07 de outubro ocorram erros significativos, como em eleições anteriores.

Por isso, disse, a comissão eleitoral está a preparar uma capacitação para esses elementos, que serão posteriormente submetidos um processo avaliação “para ver se nós conseguimos diminuir esses erros”.

São Tomé e Príncipe conta com um total de 97.342 eleitores inscritos.

Concorrem para o pleito cinco partidos, uma coligação de três formações políticas e um movimento.

Publicidade

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here