No manifesto, a que a Lusa teve acesso, a Liga Guineense Contra o Cancro pede também ao Governo a criação de um programa de luta contra aquela doença, um centro de acolhimento para doentes oncológicos e a prestação de serviços de prevenção, bem como a formação e capacitação dos profissionais de saúde.

O manifesto foi entregue ao executivo no Palácios do Governo no início da sessão do Conselho de Ministros.

“Enquanto não forem criadas condições de tratamento os doentes devem beneficiar de junta médica imediata para receber tratamento em outro país”, refere o manifesto.

A Liga Guineense Contra o Cancro pede também ao Governo para realizar campanhas de prevenção e promover a igualdade de acesso aos cuidados de saúde.

Em outubro de 2017, a organização realizou no parlamento uma ação de sensibilização para a prevenção do cancro da mama.

Na Guiné-Bissau, os doentes oncológicos não recebem tratamento para a doença, que muitas vezes é detetada demasiado tarde, e em muitos casos são obrigados a fazer o acompanhamento no Senegal ou em Portugal.

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