“Viemos aqui promover a utilização do RMB (nome da moeda oficial da China) em Moçambique para utilizarem o RMB como moeda preferencial”, disse Sam Tou, diretor executivo do Banco Nacional Ultramarino (BNU).

Tou falava em Maputo, à margem de uma reunião com a Confederação das Associações Económicas (CTA) de Moçambique, maior entidade patronal moçambicana.

O uso do RMB vai conferir eficiência nos pagamentos entre Macau e Moçambique, declarou.

“O RMB está em franco crescimento e progressivamente mais forte”, justificou o diretor-executivo do banco.

A AMCM soube que Moçambique tem projetos governamentais, entretanto “espera que no setor privado se possa vir a utilizar o RMB como moeda preferencial”.

O Banco Comercial de Investimentos (BCI) de Moçambique e o BNU de Macau contam com participações da Caixa Geral de Depósitos na sua estrutura acionista.

Por seu turno, José Caldeira, do conselho diretivo da CTA, afirmou que haverá benefícios no recurso ao RMB como alternativa para transações financeiras com a China.

“Há muito apetite de investimentos nas áreas do agronegócio, mineira e do gás”, afirmou.

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