De acordo com o Informe Diário da Direção Nacional de Saúde Pública do Ministério da Saúde, a que agência Lusa teve hoje acesso, nas últimas 24 horas foram registados dez óbitos em 8.002 casos de malária.

A província de Luanda, capital do país, apesar de liderar o número de casos (1.895), registou apenas dois óbitos, menos um que a província do Bié.

O maior número de mortes foi registado na faixa etária entre os zero e quatro anos, com oito do total de óbitos, sendo este também o grupo com o maior número de casos (3.078).

Ao contrário de Luanda, a província do Namibe, no litoral sul do país, é a que registou, nas últimas 24 horas, o menor número de casos (48) e nenhum óbito.

Também nas últimas 24 horas, as autoridades sanitárias no âmbito do controlo vetorial e ações de prevenção da malária no país distribuiu de 676 mosquiteiros impregnados de inseticida, tendo sido beneficiárias as províncias de Malange, Bié, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Cunene, Cabinda e Huíla.

Na mesma altura, foi igualmente realizada pulverização em várias províncias.

A malária é uma doença que em Angola é a principal causa de morte, de internamentos hospitalar e de absentismo laboral e escolar.

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