o caso da Matola, segundo maior município do país, nos arredores da capital, Maputo, onde, com 64% das mesas apuradas, a Frelimo lidera com 48,62% dos votos, seguida pela Renamo com 46,38%, segundo dados oficiais.

Contagens paralelas apontam para a vantagem da Renamo em Nampula, principal cidade do norte, e Quelimane, capital provincial, ainda com mesas de voto por contabilizar.

A plataforma de observação Votar Moçambique considera que “a Renamo está em condições de ganhar dez ou mais municípios, o que seria um máximo histórico” e faria diminuir o domínio da Frelimo, que em 2013 só não venceu em quatro das 53 autarquias.

No entanto, ainda não há certezas, uma vez que, 24 horas depois de encerradas as urnas, e à semelhança de votações anteriores, o processamento de dados continua a decorrer, passando pelos diferentes níveis hierárquicos das autoridades eleitorais.

Por outro lado, há assembleias de voto onde os editais não foram publicados, queixam-se correspondentes das plataformas de observação que tentam realizar contagens paralelas.

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) já hoje anunciou vitória na cidade da Beira, uma das mais importantes de Moçambique – e onde o cabeça-de-lista, Daviz Simango, se recandidatava para um quarto mandato.

Os dados oficiais estão a ser divulgados num portal conjunto da Comissão Nacional de Eleições e Secretariado Técnico de Administração Eleitoral no endereço www.stae.org.mz na internet, mas os municípios apurados são os mesmos, desde o princípio da tarde.

Segundo o portal, estão processados 21 dos 53 municípios e a Frelimo venceu em 20, perdendo num deles, Chiure, para a Renamo.

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