O chefe de Estado moçambicano viaja acompanhado pelos ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco, e da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa.

A Presidência moçambicana justifica a presença do chefe de Estado, referindo em comunicado que “a criação da Zona de Livre Comércio Continental é um estágio importante na integração socioeconómica e o culminar de um processo negocial lançado em junho de 2015”.

A Zona de Livre Comércio Continental (ZLEC, na sigla inglesa) permitirá criar o maior mercado do mundo, uma vez que envolverá os 55 Estados membros da UA, com um Produto Interno Bruto (PIB) acumulado a ascender a 2.500 mil milhões de dólares (2.030 mil milhões de euros).

Ainda longe do consenso, os 55 países africanos estão a lançar as bases: ainda existem muitos Estados que não veem a ZLEC e a criação de um passaporte único com bons olhos, pelo que se abre a porta a que as iniciativas possam avançar apenas com os países que apoiam as medidas.

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