Esta é a primeira visita de Díaz-Canel à Ásia desde que assumiu a frente do governo cubano em abril. A visita ocorre dias depois de Washington impor novas restrições econômicas a Cuba.

Washington restabeleceu, em 2015, as relações com Havana, mas desde que Donald Trump chegou à presidência, as relações pioraram.

Xi recebeu Díaz-Canel no Palácio do Povo, onde passaram em revista as tropas.

Durante o encontro, Xi prometeu que a China continuará apoiando Cuba no que for possível, classificando a ilha como um “grande país”, que superou obstáculos para traçar seu próprio caminho, informou o canal estatal CCTV.

“A China apoiará firmemente a Cuba na defensa de sua soberania nacional e no caminho do socialismo com suas condições nacionais”, disse.

Xi também convidou Cuba a se unir ao projeto global de comércio e infraestrutura impulsionado por Pequim, a “Nova Rota da Seda”.

Díaz-Canel respondeu que Cuba vai usar a China como modelo para o desenvolvimento da economia da ilha e na renovação de seu modelo social.

Cuba foi o primeiro país do hemisfério ocidental a reconhecer a China comunista em 1960.

Pequim é o maior credor de Cuba e um de seus principais parceiros comerciais.

Díaz-Canel, que está realizando uma visita de três dias à China, esteve em Xangai para um fórum de importadores, no qual participaram milhares de empresas estrangeiras procurando colocar produtos na China.

Antes de viajar para a China, Díaz-Canel foi recebido em Pyongyang no domingo pelo líder norte-coreano Kim Jong Un.

Depois da China, o líder cubano viajará ao Vietnã e ao Laos, dois outros países com regime comunista.

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