A resolução, que autoriza a transferência dos 50 milhões de escudos (453 mil euros) entre os Ministérios das Finanças e do Desporto cabo-verdianos, foi publicada na terça-feira no Boletim Oficial, após ser aprovada a 23 de março em Conselho de Ministros.

O governo cabo-verdiano sublinhou os “benefícios” da organização dos jogos, considerando que vai permitir a “promoção da notoriedade e imagem externa positivas do país”, e valorizar o seu capital de prestígio internacional.

Cabo Verde foi selecionado no ano passado pela Comissão Executiva da Associação dos Comités Nacionais Olímpicos Africanos (ACNOA) para acolher no próximo ano os primeiros Jogos Africanos de praia.

O evento continental, que está previsto para acontecer de 12 a 24 de junho de 2019, na ilha do Sal, contará com a participação de 54 países, 19 modalidades e cerca de 1800 atletas.

Em declarações à imprensa, a presidente do Comité Olímpico Cabo-verdiano (COC), Filomena Fortes, que também preside a Comissão Organizadora, considerou que os jogos vão trazer “ganhos incontornáveis” ao país, quer no desporto como nas mais diversas áreas.

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