O projeto, designado Comercialização, Produtividade Agrícola e Nutrição (COMPRAN) tem uma duração de seis anos, mas só arranca no segundo semestre de 2020.

Dividido em pouco mais de 4,1 milhões de dólares (3,7 milhões de euros) anuais, o projeto foi lançado esta quinta-feira, na capital são-tomense, num ateliê que reuniu mais de uma dúzia de representantes das três instituições financiadoras, membros do Governo, responsáveis do Ministério da Agricultura e representantes das associações e cooperativas dos agricultores.

O novo projeto substitui outro de apoio à pequena agricultura comercial (PAPAC) e destina-se ao desenvolvimento e transformação do setor primário.

O ministro da Agricultura, Pescas e Desenvolvimento Rural, Francisco Ramos, sublinhou que o COMPRAN pretende atingir metas e objetivos definidos nos setores da agricultura, pesca, pecuária, responsáveis pela produção de alimentos no país.

O governante apontou quatro eixos de política agrícola em que o Compran deve incidir: produção, transformação e comercialização de farináceos de mandioca, matabala, banana, fruta-pão e farinha de peixe para alimentação animal; produção de feijão seco, produtos de origem animal e pescado, produção de hortaliças e promoção e desenvolvimento de aquacultura.

“Temos que lançar mão à terra com crença, esperança no futuro e vontade de vencer esta luta sem tréguas que travamos contra a fome, a miséria e a pobreza no nosso país”, disse Francisco Ramos.

“Só agindo assim estaremos a criar condições básicas para que num futuro a médio e longo prazo se consiga atingir o tão almejado desenvolvimento e modernização no setor primário”, acrescentou o ministro da Agricultura, Pescas e Desenvolvimento Rural.

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