O diplomata anunciou a intenção à saída de um encontro com o governador, Marcelino Tyipinge, no quadro da sua visita de dois dias à província da Huíla, para identificar novas áreas de cooperação.

Sem avançar a datas, nem o valor do investimento, Cui Aimin disse existirem contactos entre algumas empresas chinesas e o governo da Huíla para o efeito.

Segundo ele, estas empresas já começaram a fazer algum trabalho de preparação e num futuro próximo, espera-se que mais investidores privados chineses consigam vir para desenvolver o negócio nesta região sul do país, dadas as potencialidades aqui existentes.

Acrescentou que o governo chinês vai continuar a disponibilizar apoios, no sentido de captar investimentos para à província da Huíla, destinados a outras áreas que acharem necessário.

“Quando falamos destes investimentos, estamos a falar daquele que o governo chinês faz o planeamento para colocar à disposição, mas no futuro existe mesmo a possibilidade de experimentarmos novos modelos de financiamentos para serem canalizados especialmente para a província da Huíla e, com estes recursos, vai permitir impulsionar a cooperação entre as duas partes”, disse.

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