A feira foi promovida pelo Ministério da Cultura por intermédio do Instituto Nacional das Industrias Culturais e Recreativas, em parceria com o governo provincial de Luanda e parceiros, tem o seu fim previsto para o dia 25 deste mês.

O director do Instituto Nacional das Industrias Culturais e Recreativas, Gabriel  Cabuço,  sublinhou  que o evento surge como impulso ao desenvolvimento do sector das industrias culturais no país.

A feira tem como objectivo concentrar a produção cultural que a mulher angolana produz e tem uma reapresentação nacional.

Com o certame pretende-se resgatar, promover e valorizar a identidade cultural angolana, na sua diversidade privilegiar e valorizar a produção e o consumo destes bens de matriz cultural.

Referiu que a província de Luanda pode servir de ensaio para realizações do género em outras capitais potencialmente ricas no trabalho cultural das mulheres.

As indústrias culturais possuem um papel significativo a nível da economia mundial, capaz de influenciar as identidades culturais.

Entre as expositoras constam mulheres que operam nas áreas das indústrias culturais e criativas, nomeadamente artesanato, artes plásticas, literatura, moda, medicina tradicional, gastronomia, música, penteado, design, cinema, imprensa, dentre outras.

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