Para a concretização da parceria, apresentada ontem, os investidores vão construir um centro logístico e outros equipamentos necessários para a montagem de todo produto da Xiaomi.

O investidor angolano Horácio Moniz, que falava na inauguração da primeira loja oficial de smartphones e outros produtos eletrónicos da Xiaomi, disse que a iniciativa prevê a criação de três modelos de telefones para o mercado nacional, de baixa, média e alta gama.

O projeto poderá criar 120 postos de trabalho e a intenção, até ao primeiro semestre de 2020, é que sejam instaladas cinco lojas para a comercialização dos produtos da Xiaomi em Angola, sendo duas em Luanda e as restantes no Lubango, Benguela e Cabinda. O investidor afirmou que o número de telefones a serem montados poderá aumentar em função da procura.

“O que se pretende é fornecer materiais de qualidade ao mercado nacional e com preços acessíveis, a partir de quatro mil kwanzas, bem como a transferência de toda tecnologia produzida na China pela Xiaomi em Angola,” explicou.

A Fonecom, criada há quatro meses, através da Xiaomi, aumenta a proximidade tecnológica às famílias angolanas com o fornecimento de smartphones, mochilas, escovas de dentes e lâmpadas inteligentes, auscultadores, entre outros equipamentos.

A Xiaomi é uma empresa chinesa criada em 2010. Em 2018, foi a quarta maior na venda de celulares no mundo, atrás da Samsung, Apple e Huawei.

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