Com a Taça na mão os “Palanquinhas” desembarcaram, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, onde eram aguardados pelo presidente da Federação Angolana de Futebol (FAF), Artur de Almeida, entre outros dirigentes desportivos e familiares.

Em declarações à imprensa Artur de Almeida afirmou que “a conquista deste título é fruto de um trabalho árduo, que está a ser feito com os  jovem da selecção de sub-17”, nesta que esta é, apenas, a primeira conquista, mas “a satisfação é grande”.

O responsável máximo da FAF dedicou algumas palavras de apreço ao atleta Domingos Andrade, do Interclube, a quem considerou “um herói”, porque, apesar de ter perdido a mãe no decorrer da prova, manteve-se na selecção e fez todos os jogos.

Para a prova da Tanzânia, em 2019, o presidente assegura que, dentro do plano especifico que está a desenvolver com a área técnica, vai trabalhar com o mesmo querer, com a mesma força, independente das dificuldades, já que “o objectivo é fazer o melhor”.

Informou que, em princípio, não tem condições para premiar os campeões, mas a federação vai trabalhar com eles, no sentido de perceberem que não se conquistam espaços no futebol pelos prémios. “Estamos para servir a Nação”.

Por sua vez Osvaldo Capemba, autor do único golo no jogo da final, disse que houve muita entrega de todos para a conquista e o lema que os guiou foi “orgulho e responsabilidade”.

Com esta conquista os “Palanquinhas” garantiram o apuramento para o Campeonato das Nações Africanas (CAN) do mesmo escalão, a decorrer em 2019, na Tanzânia.

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