Angola: Polícia deve adequar-se ao novo contexto

O actual contexto político e social do país exige da Polícia Nacional uma adequação estrutural, adoptando métodos eficazes com vista a garantir a segurança pública, afirmou nesta quinta-feira, em Luanda, o comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida.

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Ao intervir na reunião com os comandantes províncias da Polícia Nacional, o comissário-geral sublinhou que a corporação, por força do novo estatuto, saiu do atrofiamento que registava há décadas, que lhe retirava capacidade preventiva e  investigativa para impedir, a tempo, os crimes

Salientou que nessa nova era organizacional a autoridade policial  será mais completa na atuação, prevenção, investigação e repressão de crimes.

De acordo com Paulo de Almeida estas componentes exigirão um esforço quer estrutural quer formativo e de apetrechamento em equipamentos.

Disse que se quer um ambiente funcional da polícia mais atuante e promissor, estando por essa razão a trabalhar para garantir uma cobertura policial mais efetiva e abrangente.

Neste contexto pediu a colaboração das instituições e da sociedade para em conjunto poderem garantir a segurança  pública.

Paulo de Almeida sustentou que a corporação irá levar a cabo um estudo minucioso para a desativação de postos de controlo inter-provinciais com vista a facilitar a circulação de pessoas e bens.

Informou que vai, de igual modo, implementar a segunda fase do projeto “ A nossa esquadra” em  todo o território nacional, aumentando-se o policiamento de proximidade.

O encontro, com duração de um dia, analisa entre outras questões os critérios de implementação das esquadras e postos  policiais, a desativação dos postos de controlo inter-provinciais e  implementação da estratégia de policiamento das estradas nacionais e inter-provinciais.

A implementação do Decreto  nº 152/19 de 15 de Maio, que aprova o Estatuto Orgânico da Polícia  Nacional, constitui  outro assunto a ser analisado pelos  comandantes provinciais.

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