A chefe do Departamento de Saúde da Mulher e Criança no MISAU, Páscoa Wate, citada pelo jornal Notícias, afirmou que o país deve remover as barreiras socioculturais que impedem as mulheres de acederem aos anticoncetivos.

“Temos o desafio de remover as barreiras socioculturais e promover cada vez mais o acesso à informação e aos serviços de planeamento familiar e contraceção moderna, priorizando os adolescentes e jovens de ambos os sexos”, afirmou Páscoa Wate.

O acesso à contraceção, prosseguiu, reduz o potencial de gravidez não planificada em 73% e o aborto provocado em 70%.

Páscoa Wate falou sobre o uso de contracetivos em Moçambique, a propósito do Dia Mundial de Contraceção, que se assinalado hoje.

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