O projeto passa por fornecer material original a estas reparadoras, dar formação e apoio relativo à reparação de dispositivos, segundo a Reuters. Outra particularidade prende-se com o facto de apenas os aparelhos fora do período de garantia poderem ser reparados nestas lojas. Para já, o programa está disponível apenas nos Estados Unidos, mas espera-se que venha a ser alargado a mais países.

A adesão ao programa é gratuito, as lojas terão apenas de ter um especialista em reparação de iPhone, que tenha cumprido a formação de 40 horas. A dona do iPhone procura assim garantir que os seus utilizadores consigam encontrar alternativas mais económicas para repararem os seus aparelhos.

O programa permite a estas lojas definir a sua tabela de preços. A mudança só se irá aplicar aos iPhone, deixando de fora os computadores portáteis Mac. A Apple está a ficar para trás no mercado dos smartphones. No segundo trimestre de 2019, a marca da maçã deslizou para quarto lugar na lista da IHS Markit’s, que elege os melhores fabricantes de smartphones do mundo.

Na agenda está já marcada a data da apresentação dos novos modelos. A tecnológica prepara-se para apresentar novos modelos da linha iPhone, até aqui referido como iPhone 11, a 10 de setembro. O evento vai decorrer no Steve Jobs Theater, no quartel-general da Apple, em Cupertino, na Califórnia, às 10 da manhã (hora local), 18 horas em Portugal continental.

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