A cantora, considerada pela organização “artista transversal e versátil, das mais populares e consistentes nos últimos anos”, interpreta, entre outros temas, “Como te Sentes Tu”, “Meu Patrão”, “Meu Grande Amor”, “Betinho”, “Escangalha”, “Funje na Cachupa”, “Paga que Paga”, “Papá Fugiu”, que a tornaram numa referência da música nacional.

A escolha da artista foi recebida, no início, com certo ceticismo pelos frequentadores do espaço, que não conseguiam encaixar a cantora no conceito dos concertos da Nova Energia.

Nelson Cantos, porta-voz da organização, disse que houve algum ceticismo, “mas o talento artístico e maturidade de Ary, demonstrado durante os ensaios, fez mudar a opinião de muitos”.

“Ary, das vozes mais aclamadas, tem ‘navegado’ por vários ritmos.Já conquistou várias plateias e pode encantar como as do Royal Plaza”, explicou.

Para o porta-voz , a escolha da Nova Energia teve, ainda, em conta o facto de a última edição do projeto relembrar uma das vozes femininas que marcou uma geração, Nany.

“A ponte não poderia ser melhor, porque Ary, apesar de ser de outra época, tem a mesma irreverência. A Nova Energia volta a apostar em senhoras, depois de Patrícia Fária, Irina Vasconcelos e Yola Semedo”, adiantou.

A cantora prometeu, em declarações ao programa radiofónico “Compasso Luandense”, em antevisão aos concertos, apresentar um reportório vasto, não assente apenas nos discos próprios, mas ligados às principais influências musicais que teve. Durante o programa, a contou um pouco do percurso artístico e falou das expectativas para os dois espetáculos.

Ary começou a cantar no coro da igreja e em festas familiares. Lançou o CD de estreia “Sem Substituição”, em 2007.

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