“No BAD trabalhámos muito nestes anos; nos meus quatro anos como presidente, ligámos 16 milhões de pessoas à eletricidade, demos acesso a tecnologias agrícolas a 70 milhões para garantir a sua segurança alimentar, oferecemos acesso a serviços financeiros a 9 milhões de pessoas, transportámos 55 milhões e demos acesso a água e serviços sanitários a outros 31 milhões, num total de 181 milhões de pessoas que beneficiaram diretamente dos nossos investimentos”, disse Akinwumi Adesina.

Num discurso em Lagos, onde recebeu o Prémio de Vida da Fundação ‘HALLMARKS OF LABOUR’, Adesina confirmou a candidatura a um novo mandato à frente dos destinos desta instituição financeira multilateral e mostrou-se “orgulhoso dos colaboradores e do conselho de administração” do Grupo BAD, segundo o discurso escrito enviado à Lusa.

Salientando que o banco conseguiu manter o ‘rating’ de triplo AAA e foi classificado como a quarta instituição mais transparente a nível global, Adesina reconheceu que ainda há muito trabalho pela frente.

“Já fizemos algum caminho na subida desta íngreme montanha que é o desenvolvimento de África, mas ainda há muito caminho a percorrer até chegarmos ao topo”, concluiu o antigo ministro da Agricultura da Nigéria.

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