“Temos grandes desafios em termos infraestruturais e de organização do próprio clube. O Ferroviário de Maputo ainda não é autossustentável e nossa ambição agora é essa: crescer como clube”, afirmou Palma Pinto.

Para o diretor executivo do Ferroviário de Maputo, o talento existe e os resultados da equipa nos últimos anos são prova da qualidade das jogadoras, mas é necessário agora investir para que se atinja a meta de transformar o clube numa “verdadeira empresa”.

“Hoje, em todo o mundo, exige-se que os clubes funcionem como uma verdadeira empresa e nós temos de correr atrás disso para conseguirmos ser autossustentáveis”, referiu.

Quando o clube e o país celebram a conquista de mais um triunfo, Palma Pinto apela à concentração das atletas para a próxima missão: manter os bons resultados em Moçambique e fora do país.

“A competitividade nacional contribui para o engrandecimento do clube a nível internacional. É preciso continuar a garantir a vitória nacional para chegar ao africano. Esta vitória é um indicador claro de que estamos a fazer um bom trabalho e isto é inspirador”, concluiu.

O Ferroviário de Maputo conquistou, no sábado, no Cairo, Egito, a Taça Africana dos Clubes Campeões em basquetebol feminino, ao derrotar o Interclube de Angola, por 91-90.

A equipa treinada por Carlos Aik venceu pela segunda vez o título de campeã africana de basquetebol, depois de ter vencido a mesma equipa em 2018, e aumentou para sete o número de taças conquistadas por equipas moçambicanas em competições africanas.

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