O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, está a equacionar conceder um perdão presidencial a polícias envolvidos em massacres como o ocorrido em 1992 na prisão do Carandiru, em São Paulo, no qual 111 detidos foram mortos.

“Não quero dar detalhes, mas tem casos que, se puder colocar, eu vou colocar [indultos]. Como os policiais que estiveram no caso do Carandiru, do ônibus 174, Eldorado dos Carajás. E, se tiver alguma pendência ainda, o caso da Ana Hickmann”, disse Bolsonaro.

O Presidente brasileiro, que falava este sábado num almoço com jornalistas, acrescentou que se o coronel Ubiratán Guimarães, que comandou a operação policial de Carandirú, estivesse vivo, também beneficiaria do perdão presidencial.

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