Cabo Verde vai apostar no reforço institucional e na credibilidade da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), durante a sua presidência nesta organização, em 2018, disse esta sexta-feira, na Praia, o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca.

“Tudo deveremos fazer para que no período (2018-2020) haja um reforço institucional e da credibilidade da organização, transformando-a progressiva e decisivamente numa comunidade de povos, num ampla casa da cidadania de língua portuguesa”, sublinhou Jorge Carlos Fonseca, no acto de posse do novo Governo.

Segundo Jorge Carlos Fonseca, Cabo Verde deve privilegiar as pessoas, a cultura e os oceanos durante a sua presidência na CPLP.

O arquipélago assume como prioritária a temática da mobilidade no espaço territorial da CPLP.

Durante a sua presidência Cabo Verde vai defender a necessidade de se fazer da CPLP uma organização que deverá estar cada vez mais próxima dos cidadãos, uma verdadeira comunidade de povos, que deverá apostar progressivamente na meta da livre circulação de pessoas e bens.

A questão da livre circulação, que há anos tem encontrado entraves para o seu avanço, constará no plano de acção da presidência cabo-verdiana, entre 2018 e 2020, revelou recentemente o ministro dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades, Luís Filipe Tavares.

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste são os países que integram a CPLP.

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