De janeiro a dezembro de 2017, os estabelecimentos hoteleiros cabo-verdianos registaram 716,7 mil hóspedes e mais de 4,5 milhões de dormidas, que representaram mais 72.346 entradas de turistas e 504.926 dormidas relativamente a 2016, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística.

Os dados correspondem a um crescimento de 11,2% no número de hóspedes e 12,3% no número de dormidas.

O Reino Unido, com 23,6% total das entradas, manteve-se como o principal mercado emissor de turistas e os britânicos foram também os que registaram as maiores estadias, permanecendo em média 8,4 noites em Cabo Verde

Segue-se a Alemanha, com 11,2%, os Países Baixos e a França com igual percentagem, 9,7%, enquanto Portugal é responsável por 9,5% das entradas.

Relativamente às dormidas, o Reino Unido permanece também no primeiro lugar, com 31,3% do total, seguindo-se a Alemanha e Países Baixos (11,5%), Portugal (7,8%) e França (7,7%).

A ilha do Sal foi a mais procurada pelos turistas, representando cerca de 47,9% das entradas nos estabelecimentos hoteleiros, seguida da ilha da Boavista, com 28,8%, e de Santiago com 10,9%.

As três ilhas ocupam também as três primeiras posições relativamente às dormidas: Sal (54,8%), Boavista (36,0%) e Santiago (3,5%).

Os turistas provenientes de Portugal escolheram como principais destinos as ilhas do Sal (49,4%), Boavista (31,9%) e Santiago (11,7%), optaram pelos hotéis como o principal meio de alojamento e ficaram, em média, 4,9 noites.

A análise por tipo de estabelecimento revela que os hotéis continuam a ser os estabelecimentos hoteleiros mais procurados, representando 86,3% do total das entradas e 90,7% das dormidas.

A taxa de ocupação – cama foi em média de 58% (55% em 2016), com as ilhas da Boavista e do Sal a registarem as maiores taxas de ocupação – cama com 85% e 66%, respetivamente.

Os hotéis foram os estabelecimentos hoteleiros com maior taxa de ocupação – cama, 69%, seguidos dos aldeamentos turísticos e das pousadas com 37% e 25%, respetivamente.

O aumento do número de turistas e de dormidas em 2017 confirma a tendência de crescimento registada desde 2015.

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