O rácio aluno/professor no primeiro grau do primeiro ciclo (primeiros cinco anos de escolaridade) era de 62 em 2014, subiu para 63 em 2015 e desde então tinha descido para 62 (2016) e 60 (2017), segundo os dados do INE.

Ao nível regional, são os professores de Nampula, no Norte, a província mais populosa do país, que têm mais estudantes nas suas salas, com um rácio de 74 por cada docente.

O número mais baixo regista-se em Inhambane, com 46 por professor.

Segundo o anuário do INE, o país teve no último ano 5.453.150 alunos registados no primeiro grau do primeiro ciclo face a 84.921 professores – sendo o único grau onde o número de docentes baixou face ao ano anterior.

Nos restantes graus de ensino obrigatório o rácio varia entre 28 e 39 alunos por professor – e entre 10 e 17 no ensino técnico.

O anuário estatístico do INE moçambicano foi divulgado na segunda-feira no seu portal na Internet e consultado hoje pela Lusa.

A publicação reúne dados de 2018 de âmbito social e económico.

Entre outros dados, o anuário indica que a esperança de vida ao nascer é de 53,7 anos, a taxa bruta de natalidade é de 37,9 por cada 1.000 habitantes/ano e que a taxa de mortalidade infantil fixa-se em 67,3 crianças por cada 1.000.

A população total de Moçambique é de 27,9 milhões de habitantes, segundo o mais recente censo de 2017.

Publicidade