Segundo um comunicado divulgado à imprensa, naqueles dois países é onde existem maior número de guineenses e a deslocação do juiz José Pedro Sambu “acontece depois de terminada, a 20 de outubro, a primeira fase do recenseamento eleitoral em todo o território nacional e em alguns países da Europa e de África”.

Em Portugal e França, o presidente da CNE vai visitar todas as mesas onde funcionam brigadas de recenseamento.

Segundo a CNE, na quinta-feira uma outra delegação da CNE viaja para fiscalizar os círculos eleitorais em África.

A secretária-executiva adjunta e porta-voz da CNE, Felisberta Moura Vaz, viaja para o Senegal e o secretário-executivo adjunto, Idrissa Djaló, desloca-se à Guiné-Conacri.

O processo eleitoral para as legislativas, marcadas para 18 de novembro na Guiné-Bissau, tem sido bastante criticado pelos partidos políticos e pela sociedade civil, principalmente o recenseamento, que começou atrasado a 20 de setembro.

Recentemente, o Governo anunciou o que o recenseamento eleitoral deveria prolongar-se até 20 de novembro e terminar dois dias depois da data marcada para a realização das legislativas, que deverão ter de ser adiadas.

A nova data das eleições legislativas ainda não foi confirmada, mas fontes ligadas ao processo admitem dois cenários, nomeadamente eleições em meados de dezembro ou em finais de janeiro de 2019.

Publicidade