Salvador Soares, ministro das Obras Públicas, disse que o “subsídio” pretende ajudar a evitar que os clientes vão comprar ‘pulsa’, usados para carregar os contadores em pré-pagamento que a maioria das casas e empresas tem instalados.

Trata-se, disse Salvador Soares citado pela agência timorense Tatoli, de tentar garantir que muitos clientes não precisam de sair de casa para comprar eletricidade.

“Normalmente, a receita mensal deste serviço é de cerca de 2,4 milhões de dólares (2,17 milhões de euros). Foi decidido com base nos cálculos atribuir esse subsídio de 15 dólares a cada um dos 170.555 consumidores em todo o país”, referiu.

Para implementar a medida o Governo está a trabalhar com os operadores de telecomunicações para difundir um código que possa ser usado pelos consumidores.

O governante anunciou igualmente que os clientes com contadores ligados ao Sistema de Direção Geral da Água não terão que pagar o seu consumo em abril.

As medidas foram adotadas na sequência da aprovação no sábado do decreto que implementa o estado de emergência em Timor-Leste.

Entre outras iniciativas o documento prevê que no caso de serviços essenciais – como água e eletricidade, entre outros – os membros do Governo possam “determinar a dispensa, total ou parcial, do pagamento das tarifas previstas para a prestação de serviços essenciais”.

Timor-Leste tem um caso confirmado de covid-19 e está em estado de emergência desde sábado.

Publicidade