Os juízes desembargadores consideram que a prescrição aconteceu já no ano passado, altura em que tinham passado 19 anos dos factos em causa.

O ex-presidente do Benfica estava acusado dos crimes de peculato, de falsificação de documentos e de ter desviado 1 milhão e 200 mil euros relativos a direitos televisivos do Benfica.

Fica assim sem efeito o julgamento que já estava marcado para 7 de março.

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