Os custos horários da mão-de-obra em Portugal subiram 2,8% em 2019 para 14,6 euros, face a 2018, ritmo próximo dos 2,9% da zona euro e da UE, mas um valor menor, divulgou hoje o Eurostat.

Os custos horários da mão-de-obra em todos os setores da economia exceto a agricultura e a administração pública, são, em Portugal quase metade dos registados na zona euro (14,6 euros face a 31,4 euros) e bastante inferiores à média dos 27 países da União Europeia (UE) (27,7 euros).

No ano passado, os menores custos horários da mão-de-obra expressos em euros foram registados na Bulgária (6,0 euros), Roménia (7,7 euros), Lituânia (9,4 euros), Hungria e Letónia (9,9 euros cada) e os maiores na Dinamarca (44,7 euros), Luxemburgo (41,6 euros), Bélgica (40,5 euros), França (36,6 euros), Holanda (36,4 euros), Suécia (36,3 euros), Alemanha (35,6 euros) e Áustria (34,7 euros).

De acordo com o gabinete estatístico europeu, face a 2018, na zona euro, os maiores aumentos dos custos horários da mão-de-obra registaram-se na Eslováquia (7,8%), na Estónia (7,7%) e na Letónia (7,4%) e os menores em Malta (1,0%) e na Finlândia (1,4%).

Fora da zona euro os principais avanços observaram-se na Roménia (13,1%) e na Bulgária (11,7%) e os mais fracos na Dinamarca (1,9%) e Suécia (2,2%).

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