Diamantino de Azevedo, que discursava na abertura do III Conselho Consultivo Alargado do Ministério dos Recursos Minerais e Petróleos, referiu que os estudos da zona sul7sudeste de Angola estão bastante avançados, com a elaboração de cartas geológicas de 1/100.000 e 1/250.000, estando por concluir as cartas a escala 1/50.000.

“Esta informação tem valor comercial que pode permitir a promoção de campanhas de prospeção. Quanto a outras zonas, infelizmente, a mobilização de financiamento tem limitado o seu progresso”, salientou.

O Planageo teve início em 2014, com o objetivo de se realizar o levantamento de todos os recursos minerais que existem em Angola, as quantidades, qualidade e localização.

Um consórcio constituído pela empresa Impulso Industrial Alternativo, o Instituto Geológico e Mineiro (IGM), de Espanha, e o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), de Portugal, levam a cabo a pesquisa, que abrange as províncias do Namibe, Huíla, Cunene, Benguela, Huambo, Bié, parte do Cuando Cubango e parte do Cuanza Sul.

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