No final de 2018, a economia portuguesa fechou com capacidade de financiamento de 0,4% do PIB.

Sobre a necessidade de financiamento registada no final do primeiro trimestre, na nota de informação estatística sobre contas financeiras nacionais, o banco central indica que esse resultado “reflete a necessidade de financiamento das sociedades não financeiras [empresas] e das administrações públicas”, que “excedeu a poupança financeira das sociedades financeiras e dos particulares”.

A economia portuguesa gerar necessidades financeiras (ou seja, ter um património financeiro negativo) significa que os agentes económicos não geram, em termos de `stocks`, poupanças suficientes para fazer face às necessidades.

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