“Os ciclones no princípio de 2019 causaram estragos às infraestruturas, edifícios, portos e agricultura, causando um abrandamento no crescimento para apenas 1% este ano, impulsionado principalmente pelos esforços de reconstrução”, escrevem os peritos da unidade de análise da revista britânica The Economist.

Os economistas na nota enviada aos clientes, e a que a Lusa teve acesso, acrescentam que “a economia vai recuperar o fôlego em 2020, com um crescimento de 4,8%, conduzido pelos esforços de reconstrução através de um aumento da atividade da construção e da política monetária”.

Nos dois anos seguintes, a EIU antevê um fortalecimento da expansão económica, prevendo uma média de 6,5% em 2021 e 2022, com a “indústria do gás a ser um dos grandes impulsionadores do crescimento económico”, nomeadamente através dos investimentos das petrolíferas na exploração de gás natural no centro e norte do país.

A EIU tem vindo a melhorar as previsões desde junho, quando previa uma recessão de 2,2% este ano, que por sua vez foi melhorada para uma contração de 0,5% em agosto, e agora um crescimento de 1%.

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