Moçambique precisa de adotar ideais de igualdade e liberdade para resolver focos de violência cíclica, porque é um país “profundamente injusto” no plano económico e político, defenderam hoje os filósofos moçambicanos Severino Ngoenha e José Castiano.

Ambos fizeram uma radiografia da situação em que Moçambique se encontra, durante a apresentação, em Maputo, do livro “Manifesto por uma terceira via”, obra escrita pelos dois filósofos.

“Hoje estamos, paradoxalmente, com um terceiro consenso: Moçambique é um país profundamente injusto”, sublinhou Ngoenha, que é também reitor da Universidade Técnica de Moçambique.

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