“É uma missão que comporta algumas valências importantes que irá abordar vários assuntos, nomeadamente questões ligadas ao risco orçamental, questões de transparência na gestão das contas públicas, macroeconomia, reformas estruturais e, por isso, é uma missão muito importante para o país”, afirmou o ministro das Finanças, Geraldo Martins.

O ministro das Finanças falava no Palácio do Governo no início de uma reunião com o FMI e que juntou todos os ministros e secretários de Estado do atual Governo guineense.

A missão vai permanecer no país até ao início de outubro.

Segundo um documento disponibilizado à imprensa, a missão do FMI tem como principais objetivos avaliar a natureza e a gravidade das vulnerabilidades de governação na Guiné-Bissau, na perspetiva da governação fiscal e da legislação, incluindo anticorrupção, lei de branqueamento de capitais e Estado de Direito.

O FMI fará também recomendações para melhorar a governação fiscal e a legislação e para ser definida uma estratégia a médio prazo para ser concedido um “potencial programa financiado” pela organização financeira.

A missão dará uma especial ênfase ao combate à corrupção, nomeadamente através da identificação das principais ameaças e debilidades, tipos de corrupção e prioridades no seu combate.

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