Este valor representa mais 470 milhões do que no fim do primeiro trimestre deste ano, indicou.

De acordo com o relatório trimestral, entre abril e junho, o FP teve entradas brutas de capital de 192,47 milhões de dólares, dos quais 71,43 milhões em contribuições e 121 milhões em ‘royalties’ provenientes da Autoridade Nacional do Petróleo (ANO).

No mesmo período, o fundo registou um rendimento de 504 milhões de dólares, incluindo 117,15 milhões em dividendos e juros e 421,18 milhões provenientes do resultado líquido das alterações do valor de mercado dos instrumentos detidos, com uma perda de 34,24 milhões devido à evolução das taxas de câmbio.

“O resultado líquido consistiu assim num retorno para a carteira do Fundo de 2,94%, enquanto que o do ‘benchmark’, para o mesmo período, foi de 3,02%”, notou o BCTL, gestor operacional do fundo cuja estratégia global de investimento é da responsabilidade do Ministério das Finanças.

Os dados mostraram que, durante o segundo trimestre deste ano, o fundo teve uma saída bruta de capital de 224,11 milhões, dos quais a quase totalidade (220 milhões) foram transferidos para o Orçamento Geral do Estado de Timor-Leste.

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