A posição foi expressa pelo secretário de Estado dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria de Angola, Clemente Conjuca, que adiantou estar em curso um processo de cadastro aferir o número de antigos combatentes nesta condição.

De acordo com o governante, que falava durante um encontro com os parceiros do Governo angolano sobre a discussão pública da proposta de Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2019, a reforma propriamente dita para o antigo combatente “não existe”.

“Os 23.000 kwanzas que são pagos é um subsídio de mérito igual para todos os antigos combatentes, independentemente da sua condição social. A reforma é paga pelas instituições onde os antigos combatentes prestaram os seus serviços”, disse.

Para Clemente Conjuca, a grande questão que se coloca é a relacionada com os antigos combatentes que, não tendo sido funcionários públicos ou oficiais das Forças Armadas Angolanas, estão sem qualquer reforma e sobrevivem apenas com os 23.000 kwanzas.

“Estamos a fazer o cadastramento dos antigos combatentes com os diferentes regimes de proteção social para fazermos o cruzamento dos dados e determinarmos quais os que efetivamente não têm reforma. É sobre esses, sem reforma, que vamos dar um tratamento diferenciado”, garantiu.

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