O posicionamento foi expresso durante a cerimónia de apresentação pública do documento, que constitui o principal instrumento de governação do executivo angolano nesse período, e que suporta igualmente mais sete eixos “fulcrais” de desenvolvimento.

“Importa aqui relevar um dos eixos, por sinal o eixo nuclear, que é o do desenvolvimento humano e bem-estar, porque o PDN 2018-2022 está focado no homem angolano por se constituir o objecto e o sujeito do desenvolvimento”, disse o ministro.

De acordo com o governante, o desenvolvimento humano e o bem-estar “é o eixo primordial” do plano porque nele “convergem as restantes macropolíticas de desenvolvimento neste período de cinco anos”.

“Para esse eixo concorrem outros eixos, como o do desenvolvimento económico, sustentável e inclusivo e das infraestruturas necessárias para o crescimento económico. São eixos tão importantes focados no homem devido ao seu conjunto de necessidades que preconizamos satisfazê-las”, apontou.

Pedro Luís da Fonseca admitiu, na sua intervenção, a necessidade de criação de condições de financiamento para dar corpo ao PDN 2018-2022, sobretudo para a satisfação das necessidades das populações.

Para tal, acrescentou, o “Governo angolano vai prestar uma atenção particular ao sector da economia não petrolífera, por ser aquela que mais empregos garante”, e por isso o “que pode vir a reduzir a pobreza”.

“De forma sustentável pela via de emprego é este sector que vamos prestar mais atenção”, assegurou.

Os fundamentos, objectivos e projecções do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) de Angola 2018-2022, aprovado a 26 de Abril pelo conselho de ministros, foram apresentados no encontro pelo Secretário de Estado para o Planeamento, Manuel Neto Costa.

Membros da organização sociedade civil, estudantes, docentes universitários, quadros do Ministério da Economia e Planeamento e deputados à Assembleia Nacional participaram deste encontro que decorreu, em Luanda, na sede do Instituto Nacional de Estatística (INE).

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