Segundo a ministra do Ordenamento do Território e Habitação, Ana Paula de Carvalho, o plano compreende 10.980 habitações e desse número mais da metade já foi distribuída pelo país.

A governante explicou que “constrangimentos” relacionados com as infraestruturas de distribuição de água e energia elétrica “condicionaram” a distribuição das cerca de 8.000 residências, previstas inicialmente, garantindo que estão em curso trabalhos para “superar as insuficiências”.

Mas, observou, na “maior parte deles estão em curso os seus trabalhos” e devem ficar concluídos “alguns este ano, outros no primeiro trimestre do próximo ano”: “É uma situação que será contínua essa entrega, mas que havemos de superar esses números”.

“E para este ano ainda teremos o Sumbe, província do Cuanza Sul, Luongo, em Benguela, e em Luanda o Zango 5 e estamos a falar em mais de 5.000 residências a serem distribuídas”, adiantou.

A ministra, que falava hoje no final da receção de uma plataforma de gestão escolar, que está a ser desenvolvida no Instituto Politécnico de Ciências Geográficas angolano, explicou que os modelos de acesso às residências serão os “tradicionais”.

“Primeiro atendemos a função pública, depois as empresas públicas e depois é aberto ao público em geral e também mantemos a quota dos 30% para os jovens”, assegurou Ana Paula de Carvalho, admitindo que as inscrições podem ser efetuadas por via eletrónica e também presenciais.

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