Na primeira fase, o programa promovido pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, que conta com o financiamento de 9,2 milhões de euros da União Europeia, abrangeu 6.151 famílias das províncias acima referidas.

Segundo um comunicado de imprensa da embaixada de Angola na Alemanha, até ao final do projeto, em dezembro de 2020, serão assistidos 20.000 menores de cinco anos, em número de até três crianças por cada família, que recebem cada uma trimestralmente 3.000 kwanzas (6,4 euros).

Numa acção de balanço da primeira fase, realizada quarta-feira, Ana Teresinha, ponto focal do projeto, que é implementado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o consórcio Louis Berger, disse que será feita uma avaliação e aprimoramento das questões antes do arranque do próximo ciclo.

De acordo com o comunicado, o projeto, que arrancou a 28 de Agosto passado na província do Bié, tem como objetivo garantir uma dieta melhorada aos menores, essencial para o seu quadro nutricional e desenvolvimento cognitivo, bem como aumentar o acesso a serviços essenciais de saúde e educação.

Na primeira fase do projeto, realçou Ana Teresinha, alguns constrangimentos foram identificados, nomeadamente o acesso às localidades e a falta de documentação de cidadãos cadastrados, problema ultrapassado com a criação de um “cartão azul”, validado pelo Banco Nacional de Angola, para facilitar a abertura de contas bancárias.

O projeto piloto abrange 257 aldeias nos municípios da Damba e Uíje, na província do Uíje, Lucusse e Camanongue, no Moxico, e Chinguar e Catabola, no Bié.

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