“O Estado tem de ser uma pessoa de bem, pelo que tem de pagar na hora. O Estado não pode pagar quando quer e como quiser, sem assumir os custos do atraso no pagamento. É injusto, é imoral e considero até criminoso”, afirmou, na apresentação da plataforma, o vice-primeiro-ministro de Cabo Verde, Olavo Correia.

A PAYLOG, explicou o governante, é uma plataforma de negociação dos direitos e obrigações derivados dos contratos públicos celebrados entre o Estado e as empresas, desenvolvida em parceria com a Unidade de Tecnologias, Inovação e Comunicação do Ministério das Finanças (UTIC-MF), criando um mercado de compra e venda dos direitos e obrigações de contratos públicos.

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