“O livro já está no terreno, já estamos a distribuir e está a ir as províncias” disse Conceita Sortane, em declarações hoje aos jornalistas.

A distribuição começou mais cedo para permitir que o livro chegue às zonas de difícil acesso antes do agravamento da época chuvosa.

“Queremos evitar o que aconteceu no ano passado. O livro já estava em Moçambique, mas atrasou porque é impresso fora do país”, explicou Sortane.

A dirigente adiantou que as autoridades não vão tolerar a venda de livros escolares destinados à distribuição gratuita.

A abertura do ano letivo está marcada para o dia 1 de fevereiro de 2019.

O Governo moçambicano institui a distribuição gratuita do livro escolar no ensino primário, como forma de reduzir os custos com os estudos, que representam um grande peso para as famílias, principalmente as mais carenciadas.

A entrega do livro sem encargos é também uma estratégia de incentivar as famílias a mandar os filhos à escola, num país que ainda se debate com elevadas taxas de abandono escolar.

Os livros distribuídos gratuitamente são depois devolvidos às escolas, para que possam ser usados no ano letivo seguinte por outros alunos, mas essa prática tem surtido pouco efeito, porque os livros chegam ao final do ano danificados.

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