O secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) disse que as medidas anunciadas hoje pela CEDEAO vão no sentido de assegurar que as eleições presidenciais na Guiné-Bissau decorram normalmente, precisamente o que defende a organização lusófona.

O embaixador Francisco Ribeiro Telles reagia assim ao comunicado emitido hoje à tarde pela Comunidade de Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), no qual anuncia a decisão de reforçar a força militar na Guiné-Bissau e adverte o Presidente do país, José Mário Vaz, de que qualquer tentativa de usar as forças armadas para impor um ato ilegal será “considerada um golpe de Estado”.

Na opinião de Ribeiro Telles, as posições que a comunidade internacional tem tomado sobre a Guiné-Bissau vão ao encontro do que a CPLP “sempre preconizou desde o início, ou seja, que com as eleições presidenciais se fecha um ciclo eleitoral” naquele país, que precisa “de paz e estabilidade”.

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