“Durante os primeiros 12 dias, o balanço que fazemos é positivo não registámos situações de grande preocupação, mas há aspetos que podemos salientar como a violência verbal e a falta de apresentação de manifestos das candidaturas”, afirmou Mamadu Queita.

Segundo Mamadu Queita, a generalidade das candidaturas não está a apresentar de “forma coerente e explícita” os seus manifestos.

Outra situação destacada pelo Grupo das Organizações da Sociedade Civil foi a utilização de meios do Estado durante a campanha eleitoral, nomeadamente viaturas, e a sobreposição de cartazes eleitorais.

“Lamentamos a utilização de violência verbal e apelamos às candidaturas e apoiantes para evitar aquele tipo de linguagem”, salientou.

A Célula de Monitorização Eleitoral da Sociedade Civil tem 20 monitores em todo o território nacional a acompanhar as candidaturas.

A campanha eleitoral para as presidenciais de 24 de novembro teve início no passado dia 02 e termina em 22 de novembro.

Participam na campanha eleitoral 12 candidatos aprovados pelo Supremo Tribunal de Justiça.

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