O Presidente da República, José Mário Vaz admitiu na noite do passado dia 22 de Dezembro, num jantar de Natal oferecido aos funcionários do Palácio presidencial, que a crise politica prevalecente deixou todos os guineenses ‘cansados’.

Falando aos trabalhadores da Presidência da República, José Mário Vaz apelou a todos os guineenses não se vergarem, pois, de contrario ‘quem serão as pessoas que vão defender este Povo e a própria Guiné-Bissau?’, questiona.

“Apelo a todos para estarem com com os pés bem assentes para defender esta terra”, exortou.

Mário Vaz reconheceu que a crise atingiu a todos os guineenses, contudo, sublinhou que além de coisas más, ela tambem trouxe algo bom para o país.

Nas coisas más, o estadista guineense apontou o sofrimento dos guineenses enquanto que no aspeto positivo, o impasse político teria dado a oportunidade aos cidadãos de conhecer os seus dirigentes políticos e inteirar-se do que estes são capazes de fazer para o bem-estar dos cidadãos.

Sobre a saída da atual crise, José Mário Vaz elegeu o ano 2018 como sendo o ano de unir os guineenses, pelo que defende que deve ser os próprios guineenses a resolver os seus problemas.

“Consideremos o ano 2018, como sendo um ano de reconciliação entre os guineenses. Temos que ter a capacidade e condições de unir os guineenses, para podermos desenvolver a nossa terra e dar uma vida digna ao nosso povo”, martelou Mário Vaz.

Frisou ter informado os líderes religiosos para estarem na vanguarda da iniciativa de unir e reconciliar os guineenses e, desta forma, por fim a crise, pois estes são figuras que orientam a fé de todos os guineenses.

 “Todo o mundo está de costas voltadas pela crise política”, lamentou o Presidente Vaz.

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