Num despacho, o ministro sustenta a decisão com alegada existência de corrupção, gestão danosa, peculato e nepotismo na CMB.

O ministro afirma ainda ter tomada a decisão “após diligências formais e tentativas em vão” de obtenção de esclarecimentos junto de Baltasar Cardoso e considera nulas as nomeações de funcionários efectuadas por este.

Baltazar Cardoso foi ouvido pela Polícia Judiciária na passada quinta-feira, no âmbito de um processo de concessão de um terreno urbano em Bissau.

A ordem de suspensão de funções decretada pelo ministro da Administração Territorial diz que Baltasar Cardoso está impedido de entrar nas instalações da câmara, bem como as pessoas que nomeou.

Cardoso e Nquilin são dirigentes do Partido da Renovação Social (PRS), a segunda força política do país, actualmente no poder, por iniciativa do presidente da República.

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