O Presidente da Associação Nacional dos Intermediários de Negócios da Guiné-Bissau (ANIN-GB) afirmou que os intermediários ainda não estão em condições financeiras para comprar a castanha das mãos dos produtores, porque até aqui não rubricaram contratos com os parceiros.

Em entrevista exclusiva esta terça-feira à ANG, Quecuto Baio pediu ao governo para disponibilizar um fundo aos intermediários a fim de iniciarem a comercialização, por enquanto não assinarem contracto com os parceiros financiadores, neste caso os empresários indianos.

Explicou que os intermediários trabalham com base em contratos com empresários indianos, que por sua vez precisam de anuência dos parceiros vietnamitas e indianos.

Exigiu maior vigilância no acompanhamento da eliminação de barreiras não tarifárias durante a campanha de castanha de cajú do ano em curso.

Pede  ao governo para tomar precauções visando, principalmente,  a eliminação de divergências nas cobranças de taxas por parte dos comités do Estado nas regiões e outras entidades.

Anunciou que está previsto para este ano a exportação de cerca de 200 mil toneladas de castanha.

Por sua vez, o Presidente da Comissão Organizadora para cerimónia de abertura de Balança de Pesagem de castanha para exportação disse que a referida abertura permitirá aos compradores conhecerem o preço da castanha praticada no mercado.

Lássana Sambú disse que o lucro dos intermediários nos entrepostos é de 150 francos por cada quilograma e que os da balança são no máximo 4 francos por quilo.

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