“A CEDEAO teve um papel decisivo para evitar, chamamos-lhe assim, este golpe de Estado. Porque, no fundo, um presidente que está em gestão (…), porque já acabou o mandato, e que contra as regras e a própria Constituição, (…) procede à demissão do Governo. É evidente que é um ato, do ponto de vista legal e constitucional, ilegítimo”, afirmou em declarações à Lusa o também historiador e empresário em países africanos.

Na sua opinião, perante esta situação, era esperada a decisão da CEDEAO e aorganização atuou, não só com a ameaça de sanções, expressa num comunicado, mas também usando a sua força militar no terreno para proteger o governo “legítimo”, saído das eleições legislativas de março no país.

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