O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC) e Partido da Renovação Social (PRS) continuam não se entendem quanto o caminho a seguir para por cobro a crise política no país.

Em declarações a imprensa a saída do encontro com o Presidente da República, o Presidente do PAIGC continua a defender a aplicação do Acordo de Bissau como saída para o problema.

Domingos Simões Pereira afirmou que não se pode abrir um outro quadro do diálogo a não ser de encorajar e exortar o Presidente da República a cumprir o Acordo de Conacri.

Por outro lado, disse que aproveitou ocasião para informar ao chefe de Estado das diligencias em curso no partido com vista a reintegração dos deputados expulsos e uma vez cumprindo a sua parte vai trabalhar no sentido de quem não cumprir seja sancionado pela CEDEAO.

O Presidente da Assembleia Nacional Popular Cipriano Cassama partilha a mesma opinião, ao afirnar que o roteiro do José Mário Vaz não é solução para actual crise política.

Entretanto, em relação a organização das eleições legislativas previstas para Maio deste ano Cipriano Cassama defende a necessidade de renovar a direcção interina da Comissão Nacional de Eleições incluindo a eleição do novo Presidente.

Enquanto isso, o Presidente do Partido da Renovação Social Alberto Nambeia afirmou que o roteiro reflete o Acordo de Conacri e que “acha que é uma via para a solução da crise”.

A mesma posicao foi reforcada por Luis Oliveira Sanca, que esteve na presidencia da Republica em representacao dos “15”.

O Primeiro- por sua vez voltou a afirmar que dispõe ainda confiança do Presidente e da maioria dos deputados, mas que não esta agarrado ao poder.

O Presidente da Republica realizou uma serie de consultas junto aos protagonistas do acordo de Conacri, depois de ter recebido uma proposta da parte das organizações religiosas os quais solicitou para mediarem a crise político institucional prevalecente.

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